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sábado, 9 de outubro de 2010

não entendi!!!!

Algumas curiosidades são mais inusitadas que as outras, com isto em mente, gostaria de informar aos leitores: hoje é dia do padre. Eu mesma não tenho uma religião definida, minha avó paterna era católica; a materna, protestante; meu pai é espírita, e minha mãe frequenta as reuniões da Rosa Cruz Áurea. Como uma bela salada que somente o povo mestiço brasileiro podia realizar, a questão da religião, em casa, sempre foi tratada de forma aberta: leia, e decida quem você quer ser, ou em quem quer acreditar. E, apesar de muitos produtos da cultura pop mostrarem uma forte relação com o sagrado, ninguém é mais atabafado que os clérigos dos games.

Sempre deixado para escanteio e raramente protagonista (a não ser quando são padres guerreiros), o priest nos games serve para curar os amiguinhos em perigo, e nada mais. “Fique no cantinho e não cause problemas. Mais do que isto: vá pra trás no grupinho.” Pense bem, tadinho deles, tão solícitos e tão mal tratados. Não vale dizer que personagem X vale, não pode ser simplesmente um mago, nem fazer parte de uma raça antiga, ou alienígena. Paladinos são um tipo de clérigo guerreiro, então também não ficam encobertos por suas maltas. Por isso, o Game Blog faz aqui algo impensado e que já deveria ter sido composto: uma homenagem aos clérigos dos jogos digitais:

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